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	<title>Comentários para Gestão Participada do Gabinete para o Centro Histórico</title>
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	<description>Câmara Municipal de Coimbra</description>
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		<title>Comentário em Presépio de Cabral Antunes exposto no átrio da Câmara de Coimbra por Liliana Azevedo</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/12/14/presepio-de-cabral-antunes-exposto-no-atrio-da-camara-de-coimbra/comment-page-1/#comment-180</link>
		<dc:creator>Liliana Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 09:52:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2650#comment-180</guid>
		<description>Exmo. Sr. Amândio Capa
Agradecemos desde já o seu comentário.
Relativamente ao seu comentário somos a comunicar que existe estacionamento junto ao mercado muito perto do edifício da Câmara Municipal. Também muito perto tem o parque de estacionamento no Bota Abaixo com cerca de 3000 lugares. No entanto, nestas situações e sempre que necessitar, poderá solicitar a estes serviços a localização dos parques de estacionamehttp://gch.cm-coimbra.pt/wp-admin/edit-comments.php#comments-formnto na cidade. 
Sem outro assunto
Queira aceitar os nossos cumprimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exmo. Sr. Amândio Capa<br />
Agradecemos desde já o seu comentário.<br />
Relativamente ao seu comentário somos a comunicar que existe estacionamento junto ao mercado muito perto do edifício da Câmara Municipal. Também muito perto tem o parque de estacionamento no Bota Abaixo com cerca de 3000 lugares. No entanto, nestas situações e sempre que necessitar, poderá solicitar a estes serviços a localização dos parques de estacionamehttp://gch.cm-coimbra.pt/wp-admin/edit-comments.php#comments-formnto na cidade.<br />
Sem outro assunto<br />
Queira aceitar os nossos cumprimentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em 4ª Edição do Ciclo de Tertúlias &#8220;À Conversa com o Centro Histórico&#8221; por Liliana Azevedo</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/12/07/4%c2%aa-edicao-do-ciclo-de-tertulias-a-conversa-com-o-centro-historico/comment-page-1/#comment-179</link>
		<dc:creator>Liliana Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 11:19:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2640#comment-179</guid>
		<description>Exmo. Sr. Luís Fernandes.
Mais uma vez agradecemos o seu contributo. 
Relativamente ao seu comentário somos a comunicar que no passado dia 14 de dezembro, às 21h00, realizou-se a 4ª edição das tertúlias “Á conversa com o Centro Histórico” subordinada ao tema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”.
Embora com uma fraca participação por parte da população, o Gabinete para o Centro Histórico (GCH) continua a achar que estas tertúlias valem a pena, e não vamos desistir. As quatro sessões realizadas tiveram objetivos diferentes, e nem todas se dirigiram aos mesmos públicos.
A primeira sessão, com a participação do Senhor Presidente da Câmara Municipal e do Senhor Vereador responsável pelo Centro Histórico, foi bastante participativa: foi a primeira, tinha uma temática mais abrangente e, pela primeira vez neste mandato, tinha a presença do responsável máximo da CMC onde apresentou a sua visão para este espaço.
A segunda sessão avizinhava-se polémica, tal como aconteceu. Mais destinada aos moradores, aí foi debatido o problema do ruído e da segurança. Foi uma sessão muito participada onde se debateram outros problemas de relações de vizinhança, tal como em acontecido noutras reuniões de moradores promovidas pelo GCH.
A terceira sessão era destinada a estudantes. O centro histórico não é um problema apenas dos moradores e dos comerciantes que por lá circulam, mas é também um bom tema académico. A sala da casa da escrita esteve cheia, tal como mostraram as noticias saídas à época na imprensa local. 
Esta última sessão, destinada a moradores, não foi realmente muito participada. Pouco interesse? Frio? Chuva? Não sabemos. O que sabemos é que não vamos desistir, vamos continuar a debater temas que consideramos pertinentes para o desenvolvimento do centro histórico de Coimbra. Em todas as tertúlias são entregues inquéritos para que nos possam transmitir informações acerca dos temas que gostariam de ver a debate: tentamos ir ao encontro do que nos é solicitado, nem sempre bem sucedidos. 
Vamos continuar a trabalhar com a população e as tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico” terão mais quatro edições no ano de 2012. Contaremos com todos para realizar e estaremos sempre recetivos a sugestões para as suas temáticas. 

Queira aceitar os nossos cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exmo. Sr. Luís Fernandes.<br />
Mais uma vez agradecemos o seu contributo.<br />
Relativamente ao seu comentário somos a comunicar que no passado dia 14 de dezembro, às 21h00, realizou-se a 4ª edição das tertúlias “Á conversa com o Centro Histórico” subordinada ao tema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”.<br />
Embora com uma fraca participação por parte da população, o Gabinete para o Centro Histórico (GCH) continua a achar que estas tertúlias valem a pena, e não vamos desistir. As quatro sessões realizadas tiveram objetivos diferentes, e nem todas se dirigiram aos mesmos públicos.<br />
A primeira sessão, com a participação do Senhor Presidente da Câmara Municipal e do Senhor Vereador responsável pelo Centro Histórico, foi bastante participativa: foi a primeira, tinha uma temática mais abrangente e, pela primeira vez neste mandato, tinha a presença do responsável máximo da CMC onde apresentou a sua visão para este espaço.<br />
A segunda sessão avizinhava-se polémica, tal como aconteceu. Mais destinada aos moradores, aí foi debatido o problema do ruído e da segurança. Foi uma sessão muito participada onde se debateram outros problemas de relações de vizinhança, tal como em acontecido noutras reuniões de moradores promovidas pelo GCH.<br />
A terceira sessão era destinada a estudantes. O centro histórico não é um problema apenas dos moradores e dos comerciantes que por lá circulam, mas é também um bom tema académico. A sala da casa da escrita esteve cheia, tal como mostraram as noticias saídas à época na imprensa local.<br />
Esta última sessão, destinada a moradores, não foi realmente muito participada. Pouco interesse? Frio? Chuva? Não sabemos. O que sabemos é que não vamos desistir, vamos continuar a debater temas que consideramos pertinentes para o desenvolvimento do centro histórico de Coimbra. Em todas as tertúlias são entregues inquéritos para que nos possam transmitir informações acerca dos temas que gostariam de ver a debate: tentamos ir ao encontro do que nos é solicitado, nem sempre bem sucedidos.<br />
Vamos continuar a trabalhar com a população e as tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico” terão mais quatro edições no ano de 2012. Contaremos com todos para realizar e estaremos sempre recetivos a sugestões para as suas temáticas. </p>
<p>Queira aceitar os nossos cumprimentos</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Presépio de Cabral Antunes exposto no átrio da Câmara de Coimbra por amandio</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/12/14/presepio-de-cabral-antunes-exposto-no-atrio-da-camara-de-coimbra/comment-page-1/#comment-178</link>
		<dc:creator>amandio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 21:30:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2650#comment-178</guid>
		<description>Fez uma pequena visita a coimbra e teve ocasiao de visitar o Presepio,graças a net que teve melhor conhecimento da exposiçao,mas a cidade de Coimbra nessessita de mais lugares de estacionamento para pessoas que tenham dificuldade de andar a pé, a cidade é de altos e baixos e passa a ser muito dificil de fazer a marcha a pé, mais um esforço de places de viatura de andicapé...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fez uma pequena visita a coimbra e teve ocasiao de visitar o Presepio,graças a net que teve melhor conhecimento da exposiçao,mas a cidade de Coimbra nessessita de mais lugares de estacionamento para pessoas que tenham dificuldade de andar a pé, a cidade é de altos e baixos e passa a ser muito dificil de fazer a marcha a pé, mais um esforço de places de viatura de andicapé&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em 4ª Edição do Ciclo de Tertúlias &#8220;À Conversa com o Centro Histórico&#8221; por Liliana Azevedo</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/12/07/4%c2%aa-edicao-do-ciclo-de-tertulias-a-conversa-com-o-centro-historico/comment-page-1/#comment-177</link>
		<dc:creator>Liliana Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 16:59:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2640#comment-177</guid>
		<description>Sr. Jorge Baptista:
Agradecemos desde já o seu comentário.
Relativamente ao mesmo somos a responder o seguinte: 
No passado dia 14 de Dezembro, às 21h, realizou-se a 4ª edição das Tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico”, subordinada ao tema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”. 
A preparação destas sessões é feita de forma cuidada, recorrendo sempre que necessário a especialistas sobre os temas abordados. É preocupação do Gabinete para o Centro Histórico envolver vários tipos de públicos e, por este motivo, os participantes tem sido diversos e não apenas políticos, pois mais do que promessas, interessa-nos o debate de questões práticas que possam dar frutos futuros. Se a primeira sessão foi mais politica, as seguintes pautaram-se por apresentação de temas mais práticos, cujos intervenientes foram convidados por serem considerados especialistas na área.
No seu comentário referia que “estas acções de divulgação deveriam ser convocadas para dias, horas e locais mais acessíveis”. Quanto aos locais, qualquer que se escolha é sempre alvo de crítica – é o que se tem verificado. É opção da organização preparar estas tertúlias dentro da área de intervenção do nosso Gabinete, ou seja, na Alta. Assim, e para que não ocorresse sempre no mesmo local, temos contactado várias associações da Alta e alternando o local do evento: Junta de Freguesia de Almedina, Associação Arte à Parte, Casa da Escrita e, agora, no Ateneu de Coimbra. Não é a primeira iniciativa que realizamos no Ateneu de Coimbra, e não será a última, com toda a certeza. Habitar e frequentar o Centro Histórico nem sempre é fácil, mas é o Centro Histórico que temos e que queremos ver com vida.
Quanto aos horários, é um ponto em que não podemos agradar a todos (infelizmente). Já organizámos tertúlias às 18h, às 21h e às 15h, tentando alterar o horário de funcionamento conforme o público-alvo. Ora se pretendemos que esteja a população presente, não poderemos marcar para um horário onde supostamente as pessoas estejam a trabalhar. Vamos continuar a funcionar sem horário certo, pois em todos os horários temos tido especialistas na matéria, estudante e população… Propusemo-nos a realizar quatro tertúlias por ano e continuaremos a trabalhar, até que a população alvo se habitue a participar na gestão pública.
Com os melhores cumprimentos
Liliana Azevedo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Jorge Baptista:<br />
Agradecemos desde já o seu comentário.<br />
Relativamente ao mesmo somos a responder o seguinte:<br />
No passado dia 14 de Dezembro, às 21h, realizou-se a 4ª edição das Tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico”, subordinada ao tema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”.<br />
A preparação destas sessões é feita de forma cuidada, recorrendo sempre que necessário a especialistas sobre os temas abordados. É preocupação do Gabinete para o Centro Histórico envolver vários tipos de públicos e, por este motivo, os participantes tem sido diversos e não apenas políticos, pois mais do que promessas, interessa-nos o debate de questões práticas que possam dar frutos futuros. Se a primeira sessão foi mais politica, as seguintes pautaram-se por apresentação de temas mais práticos, cujos intervenientes foram convidados por serem considerados especialistas na área.<br />
No seu comentário referia que “estas acções de divulgação deveriam ser convocadas para dias, horas e locais mais acessíveis”. Quanto aos locais, qualquer que se escolha é sempre alvo de crítica – é o que se tem verificado. É opção da organização preparar estas tertúlias dentro da área de intervenção do nosso Gabinete, ou seja, na Alta. Assim, e para que não ocorresse sempre no mesmo local, temos contactado várias associações da Alta e alternando o local do evento: Junta de Freguesia de Almedina, Associação Arte à Parte, Casa da Escrita e, agora, no Ateneu de Coimbra. Não é a primeira iniciativa que realizamos no Ateneu de Coimbra, e não será a última, com toda a certeza. Habitar e frequentar o Centro Histórico nem sempre é fácil, mas é o Centro Histórico que temos e que queremos ver com vida.<br />
Quanto aos horários, é um ponto em que não podemos agradar a todos (infelizmente). Já organizámos tertúlias às 18h, às 21h e às 15h, tentando alterar o horário de funcionamento conforme o público-alvo. Ora se pretendemos que esteja a população presente, não poderemos marcar para um horário onde supostamente as pessoas estejam a trabalhar. Vamos continuar a funcionar sem horário certo, pois em todos os horários temos tido especialistas na matéria, estudante e população… Propusemo-nos a realizar quatro tertúlias por ano e continuaremos a trabalhar, até que a população alvo se habitue a participar na gestão pública.<br />
Com os melhores cumprimentos<br />
Liliana Azevedo</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário em 4ª Edição do Ciclo de Tertúlias &#8220;À Conversa com o Centro Histórico&#8221; por Jorge Baptista</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/12/07/4%c2%aa-edicao-do-ciclo-de-tertulias-a-conversa-com-o-centro-historico/comment-page-1/#comment-176</link>
		<dc:creator>Jorge Baptista</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 10:25:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2640#comment-176</guid>
		<description>...Para garantir a presença de mais interessados (que não só os residentes), e até porque muitos deles são de idade avançada estas acções de divulgação deveriam ser convocadas para dias, horas e locais mais acessíveis.

E já agora que se habituem as pessoas a respeitar as horas marcadas. O &quot;quarto de hora académico&quot;, ou esperar quem não pode vir, desrespeita os que estão presentes e se esforçam por ser pontuais. 

É importante que se convoquem e estejam presentes pessoas que pelo seu saber e/ou peso político exijam que a reabilitação não seja apenas conversa e promessas eleitorais.

...  e que se decida de uma vez por todas se o problema é a existência de um grande sinistro ou a falta desse sinistro.!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;Para garantir a presença de mais interessados (que não só os residentes), e até porque muitos deles são de idade avançada estas acções de divulgação deveriam ser convocadas para dias, horas e locais mais acessíveis.</p>
<p>E já agora que se habituem as pessoas a respeitar as horas marcadas. O &#8220;quarto de hora académico&#8221;, ou esperar quem não pode vir, desrespeita os que estão presentes e se esforçam por ser pontuais. </p>
<p>É importante que se convoquem e estejam presentes pessoas que pelo seu saber e/ou peso político exijam que a reabilitação não seja apenas conversa e promessas eleitorais.</p>
<p>&#8230;  e que se decida de uma vez por todas se o problema é a existência de um grande sinistro ou a falta desse sinistro.!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em 4ª Edição do Ciclo de Tertúlias &#8220;À Conversa com o Centro Histórico&#8221; por Luís Fernandes</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/12/07/4%c2%aa-edicao-do-ciclo-de-tertulias-a-conversa-com-o-centro-historico/comment-page-1/#comment-175</link>
		<dc:creator>Luís Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 21:29:41 +0000</pubDate>
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		<description>O CENTRO HISTÓRICO INTERESSA ALGUÉM?

Ontem, à noite, no Ateneu de Coimbra, realizou-se a 4ª edição do ciclo de tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico”. Com início anunciado para as 21h00, talvez à espera de mais participantes, começou cerca de meia-hora depois. Estava também anunciada a presença do vereador da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) Paulo Leitão que, por razões desconhecidas, não compareceu. Os oradores presentes na mesa foram Serra Constantino, da Protecção Civil, Avelino Dantas, dos Bombeiros Sapadores de Coimbra, e Sidónio Simões, moderador, técnico superior da autarquia de Coimbra, e Director para o Centro Histórico.
Com cerca de oito pessoas na assistência, e num total de 15 contando com os funcionários do Ateneu e da CMC, começou então a tertúlia sobre o lema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”. Tomou a palavra o responsável pela Protecção Civil, Serra Constantino.
Começou por apresentar o que é a Protecção Civil. A seguir os Planos de Emergência.
Ficámos a saber que a freguesia de Santa Cruz é, em comparação com as restantes, onde tem havido mais ocorrências –embora, saliente-se, seja a que tem maior número de eleitores.
Ficámos também a saber que na Baixa o risco sísmico é elevado e na Alta é muito baixo.
A seguir falou o comandante dos Bombeiros Sapadores. Começou por contar a história da instituição que comanda. Ficámos a saber, entre outras coisas, que a Corporação Municipal de Bombeiros foi fundada em 13 de Março de 1781. Aprendemos também que em 1859 foi aprovado o aumento do quadro de pessoal para 60 bombeiros.
Disse também à diminuta assistência que o corpo de Sapadores Bombeiros, actualmente, é composto por 110 pessoas.
Enfatizou ainda que a companhia que comanda já tem 20 bombeiros com formação para estruturas “colapsadas” –casos de prédios que por vários motivos “colapsam” e vêm a ruir.
Por último, falou Sidónio Simões, que, dada a longa exposição dos antecedentes, foi sucinto na explanação.

E COMO É QUE FOI?

A apresentação do tema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”, a meu ver, só por si, já é bastante pouco interessante para o cidadão comum, quanto mais se, como aconteceu, os oradores, no caso Serra Constantino e Avelino Dantas, fizerem do assunto uma aula de sapiência. Foi uma exposição fastidiosa de mais de uma hora. De tal modo foi enfadonha que, antes de terminar, já o Moio, um reconhecido e velho comerciante das Escadas do Quebra-Costas, me batia nas costas e interrogava: “olha lá, ó Luís, isto é um curso para bombeiro? Ó pá, se é, já não tenho idade!”. A verdade é que antes de Avelino Dantas concluir a sua dissertação, Moio, acompanhado de outro vizinho, o António “Alfaiate”, levantou-se e, visando a saída, exclamou: “já levo o curso de bombeiro sapador. Já não preciso de mais nada!”. –é certo, devo sublinhar, que é normal, em anteriores tertúlias, o Moio sair antes do tempo e a falar sozinho.

O QUE FAZER COM TANTO DESINTERESSE?

Embora o tema desta vez fosse um pouco aborrecido –dentro de uma necessária humildade, sabe-se que se aprende sempre-, como disse, esta foi a quarta sessão de um assunto que aparentemente preocupa todos. Ou seja, quando se escreve acerca do Centro Histórico todos saltam em sua defesa. Todos, a começar por mim, todos “botam faladura”, mas quando há oportunidade de falar frontalmente com os intervenientes, como agora, ninguém aparece. Na primeira sessão –que foi às 18h00, na sede da Junta de Freguesia de Almedina- esteve lotada com comerciantes da Baixa e moradores da Alta. Na segunda –que foi na Associação Arte à Parte, na Rua Fernandes Tomás, às 21h00-, já esteve menos concorrida e só com moradores da Alta. A terceira –que foi na Casa da Escrita, na Rua João Jacinto e durante a tarde-, não estive presente, mas sei que poucos moradores aderiram ao convite.
Então, estando esta iniciativa em queda crescente, urge interrogar: valerá a pena continuar? Repare-se que ontem andaram duas funcionárias da autarquia a contactarem pessoalmente os lojistas da Baixa. Isto para mostrar que não é por desconhecimento. É antes um laxismo, um desinteresse, um desrespeito, uma falta de consideração, por quem quer fazer alguma coisa e, por esta apatia de provocação, é obrigado a desistir.
Por exemplo, os vários presidentes das juntas de freguesia, nomeadamente, São Bartolomeu, Almedina e Santa Cruz, não deveriam ter estado presentes? O exemplo para o cidadão comum não deveria passar por eles?
Os próprios jornais locais pouco falam destes acontecimentos. Limitam-se a, no próprio dia, a anunciar o facto, mas nenhum jornalista se desloca para cobrir o assunto. Naturalmente que o leitor não sabe o que se passou lá –saliento que neste evento esteve lá o “Cajó” a tirar fotografias para o Diário as Beiras.
É uma tristeza estarmos em presença de um bom expediente, em que os intervenientes –como será o caso de Sidónio Simões- se colocam à disposição de todos, dando a cara, para responderem sobre o que sabem e sobre o que preocupa o cidadão, e, por comodismo, pelo deixa-andar e correr ao deus dará, verificamos que nada mais resta do que acabar ingloriamente. Claro que, passados tempos, vai-se dizer, ou escrever, que os políticos, ou administrativos, não descem à terra para ouvirem ou olharem o cidadão olhos-nos-olhos. Cada vez me convenço mais que este povo que “lavra no rio do coisa nenhuma”, pela sementeira que faz, colhe o que merece. Fala apenas para não estar calado. O que dizem não tem qualquer substância com a realidade. Tristeza!!

CURIOSIDADES

Avelino Dantas, Comandante dos Sapadores:

“Os acidentes não têm dia nem hora marcados”

“Os bombeiros chegam sempre atrasados a um qualquer acidente” –porque a sua chegada é sempre posterior ao facto.

“Deus não apaga os incêndios e os bombeiros não fazem milagres”

“O Verão é sempre pacífico em Coimbra –excepto o do ano de 2005. Problemas grandes acontecem no Outono e no Inverno, quando, devido a causas naturais, caem árvores, caleiras e outros mais”

“Em 2010 tivemos cerca de 6300 ocorrências. Uma média de 18 por dia. 20 por cento destas ocorrências são aberturas de portas… o pessoal esquece-se amiúde das chaves”

“Há zonas da Baixa e da Alta que a maioria dos nossos carros não entram”

“Em 2010 tivemos, na cidade, 208 incêndios”

“As quedas de árvores, na sua remoção, já são assumidas por uma fantástica equipa da Protecção Civil. Até há pouco este serviço era feito pelos bombeiros”

“A população pode estar descansada. A Companhia de sapadores está bem preparada para cumprir a sua missão”

Sidónio Simões:

“Caminhamos para uma falta de valores. Cada vez mais se mostra uma profunda falta de respeito para com os vizinhos”

“Não é compreensível que os bombeiros vão para um incêndio na cidade e não possam aceder porque há vários impedimentos nas ruas”

“Cada vez mais o funcionário público, perante o fantasma de poder ser responsabilizado e consequentemente vir a ser despedido, terá tendência em ser menos flexível e sensível aos imensos problemas do cidadão”

“Coimbra não tem, nem nunca teve, uma grande indústria. Tem uma indústria do conhecimento. Águeda, por exemplo, tem muito mais indústria pesada”

“Coimbra tem 50 mil veículos a entrar diariamente na cidade, todos os dias”

“Esperamos ansiosamente a nova legislação para os Centros Históricos. Sem legislação adequada, como é que se pode recuperar um património destes?”

“Tem havido uma completa loucura nas exigências com o edificado velho. Por exemplo, até há pouco, exigia-se que todos os estabelecimentos comerciais na zona histórica tivessem três metros de pé direito. O resultado foi, para cumprir a lei, que se fizeram escavações e se vulnerabilizassem as fundações. Uma das causas da ruína de um dos prédios da Rua dos Gatos foi exactamente esse. Foi escavado e contribuiu para a sua queda”

“É preciso fiscalizar a validade das mangueiras de gás. Há casos em que verificamos que a sua temporalidade já expirou há 10, 15 anos”

“Não se pode deixar o carregador do telemóvel permanentemente ligado na tomada. Esta é uma das muitas causas de incêndio”

“é preciso que as pessoas que cá vivem e trabalham se pronunciem sobre os planos que decorrem na autarquia. Amanhã é o último dia para um –relativo a um assunto do Centro Histórico- e as únicas pronúncias que recebemos foram de pessoas de fora. Da cidade nem um único se interessou pelo assunto. Nós precisamos deste “feedback”.

(PODE VER ESTE TEXTO E FOTOS EM www.questoesnacionais.blogspot.com)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O CENTRO HISTÓRICO INTERESSA ALGUÉM?</p>
<p>Ontem, à noite, no Ateneu de Coimbra, realizou-se a 4ª edição do ciclo de tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico”. Com início anunciado para as 21h00, talvez à espera de mais participantes, começou cerca de meia-hora depois. Estava também anunciada a presença do vereador da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) Paulo Leitão que, por razões desconhecidas, não compareceu. Os oradores presentes na mesa foram Serra Constantino, da Protecção Civil, Avelino Dantas, dos Bombeiros Sapadores de Coimbra, e Sidónio Simões, moderador, técnico superior da autarquia de Coimbra, e Director para o Centro Histórico.<br />
Com cerca de oito pessoas na assistência, e num total de 15 contando com os funcionários do Ateneu e da CMC, começou então a tertúlia sobre o lema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”. Tomou a palavra o responsável pela Protecção Civil, Serra Constantino.<br />
Começou por apresentar o que é a Protecção Civil. A seguir os Planos de Emergência.<br />
Ficámos a saber que a freguesia de Santa Cruz é, em comparação com as restantes, onde tem havido mais ocorrências –embora, saliente-se, seja a que tem maior número de eleitores.<br />
Ficámos também a saber que na Baixa o risco sísmico é elevado e na Alta é muito baixo.<br />
A seguir falou o comandante dos Bombeiros Sapadores. Começou por contar a história da instituição que comanda. Ficámos a saber, entre outras coisas, que a Corporação Municipal de Bombeiros foi fundada em 13 de Março de 1781. Aprendemos também que em 1859 foi aprovado o aumento do quadro de pessoal para 60 bombeiros.<br />
Disse também à diminuta assistência que o corpo de Sapadores Bombeiros, actualmente, é composto por 110 pessoas.<br />
Enfatizou ainda que a companhia que comanda já tem 20 bombeiros com formação para estruturas “colapsadas” –casos de prédios que por vários motivos “colapsam” e vêm a ruir.<br />
Por último, falou Sidónio Simões, que, dada a longa exposição dos antecedentes, foi sucinto na explanação.</p>
<p>E COMO É QUE FOI?</p>
<p>A apresentação do tema “Plano Especial de Emergência do Centro Urbano Antigo”, a meu ver, só por si, já é bastante pouco interessante para o cidadão comum, quanto mais se, como aconteceu, os oradores, no caso Serra Constantino e Avelino Dantas, fizerem do assunto uma aula de sapiência. Foi uma exposição fastidiosa de mais de uma hora. De tal modo foi enfadonha que, antes de terminar, já o Moio, um reconhecido e velho comerciante das Escadas do Quebra-Costas, me batia nas costas e interrogava: “olha lá, ó Luís, isto é um curso para bombeiro? Ó pá, se é, já não tenho idade!”. A verdade é que antes de Avelino Dantas concluir a sua dissertação, Moio, acompanhado de outro vizinho, o António “Alfaiate”, levantou-se e, visando a saída, exclamou: “já levo o curso de bombeiro sapador. Já não preciso de mais nada!”. –é certo, devo sublinhar, que é normal, em anteriores tertúlias, o Moio sair antes do tempo e a falar sozinho.</p>
<p>O QUE FAZER COM TANTO DESINTERESSE?</p>
<p>Embora o tema desta vez fosse um pouco aborrecido –dentro de uma necessária humildade, sabe-se que se aprende sempre-, como disse, esta foi a quarta sessão de um assunto que aparentemente preocupa todos. Ou seja, quando se escreve acerca do Centro Histórico todos saltam em sua defesa. Todos, a começar por mim, todos “botam faladura”, mas quando há oportunidade de falar frontalmente com os intervenientes, como agora, ninguém aparece. Na primeira sessão –que foi às 18h00, na sede da Junta de Freguesia de Almedina- esteve lotada com comerciantes da Baixa e moradores da Alta. Na segunda –que foi na Associação Arte à Parte, na Rua Fernandes Tomás, às 21h00-, já esteve menos concorrida e só com moradores da Alta. A terceira –que foi na Casa da Escrita, na Rua João Jacinto e durante a tarde-, não estive presente, mas sei que poucos moradores aderiram ao convite.<br />
Então, estando esta iniciativa em queda crescente, urge interrogar: valerá a pena continuar? Repare-se que ontem andaram duas funcionárias da autarquia a contactarem pessoalmente os lojistas da Baixa. Isto para mostrar que não é por desconhecimento. É antes um laxismo, um desinteresse, um desrespeito, uma falta de consideração, por quem quer fazer alguma coisa e, por esta apatia de provocação, é obrigado a desistir.<br />
Por exemplo, os vários presidentes das juntas de freguesia, nomeadamente, São Bartolomeu, Almedina e Santa Cruz, não deveriam ter estado presentes? O exemplo para o cidadão comum não deveria passar por eles?<br />
Os próprios jornais locais pouco falam destes acontecimentos. Limitam-se a, no próprio dia, a anunciar o facto, mas nenhum jornalista se desloca para cobrir o assunto. Naturalmente que o leitor não sabe o que se passou lá –saliento que neste evento esteve lá o “Cajó” a tirar fotografias para o Diário as Beiras.<br />
É uma tristeza estarmos em presença de um bom expediente, em que os intervenientes –como será o caso de Sidónio Simões- se colocam à disposição de todos, dando a cara, para responderem sobre o que sabem e sobre o que preocupa o cidadão, e, por comodismo, pelo deixa-andar e correr ao deus dará, verificamos que nada mais resta do que acabar ingloriamente. Claro que, passados tempos, vai-se dizer, ou escrever, que os políticos, ou administrativos, não descem à terra para ouvirem ou olharem o cidadão olhos-nos-olhos. Cada vez me convenço mais que este povo que “lavra no rio do coisa nenhuma”, pela sementeira que faz, colhe o que merece. Fala apenas para não estar calado. O que dizem não tem qualquer substância com a realidade. Tristeza!!</p>
<p>CURIOSIDADES</p>
<p>Avelino Dantas, Comandante dos Sapadores:</p>
<p>“Os acidentes não têm dia nem hora marcados”</p>
<p>“Os bombeiros chegam sempre atrasados a um qualquer acidente” –porque a sua chegada é sempre posterior ao facto.</p>
<p>“Deus não apaga os incêndios e os bombeiros não fazem milagres”</p>
<p>“O Verão é sempre pacífico em Coimbra –excepto o do ano de 2005. Problemas grandes acontecem no Outono e no Inverno, quando, devido a causas naturais, caem árvores, caleiras e outros mais”</p>
<p>“Em 2010 tivemos cerca de 6300 ocorrências. Uma média de 18 por dia. 20 por cento destas ocorrências são aberturas de portas… o pessoal esquece-se amiúde das chaves”</p>
<p>“Há zonas da Baixa e da Alta que a maioria dos nossos carros não entram”</p>
<p>“Em 2010 tivemos, na cidade, 208 incêndios”</p>
<p>“As quedas de árvores, na sua remoção, já são assumidas por uma fantástica equipa da Protecção Civil. Até há pouco este serviço era feito pelos bombeiros”</p>
<p>“A população pode estar descansada. A Companhia de sapadores está bem preparada para cumprir a sua missão”</p>
<p>Sidónio Simões:</p>
<p>“Caminhamos para uma falta de valores. Cada vez mais se mostra uma profunda falta de respeito para com os vizinhos”</p>
<p>“Não é compreensível que os bombeiros vão para um incêndio na cidade e não possam aceder porque há vários impedimentos nas ruas”</p>
<p>“Cada vez mais o funcionário público, perante o fantasma de poder ser responsabilizado e consequentemente vir a ser despedido, terá tendência em ser menos flexível e sensível aos imensos problemas do cidadão”</p>
<p>“Coimbra não tem, nem nunca teve, uma grande indústria. Tem uma indústria do conhecimento. Águeda, por exemplo, tem muito mais indústria pesada”</p>
<p>“Coimbra tem 50 mil veículos a entrar diariamente na cidade, todos os dias”</p>
<p>“Esperamos ansiosamente a nova legislação para os Centros Históricos. Sem legislação adequada, como é que se pode recuperar um património destes?”</p>
<p>“Tem havido uma completa loucura nas exigências com o edificado velho. Por exemplo, até há pouco, exigia-se que todos os estabelecimentos comerciais na zona histórica tivessem três metros de pé direito. O resultado foi, para cumprir a lei, que se fizeram escavações e se vulnerabilizassem as fundações. Uma das causas da ruína de um dos prédios da Rua dos Gatos foi exactamente esse. Foi escavado e contribuiu para a sua queda”</p>
<p>“É preciso fiscalizar a validade das mangueiras de gás. Há casos em que verificamos que a sua temporalidade já expirou há 10, 15 anos”</p>
<p>“Não se pode deixar o carregador do telemóvel permanentemente ligado na tomada. Esta é uma das muitas causas de incêndio”</p>
<p>“é preciso que as pessoas que cá vivem e trabalham se pronunciem sobre os planos que decorrem na autarquia. Amanhã é o último dia para um –relativo a um assunto do Centro Histórico- e as únicas pronúncias que recebemos foram de pessoas de fora. Da cidade nem um único se interessou pelo assunto. Nós precisamos deste “feedback”.</p>
<p>(PODE VER ESTE TEXTO E FOTOS EM <a href="http://www.questoesnacionais.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.questoesnacionais.blogspot.com</a>)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Deixe aqui a sua sugestão por Luís Fernandes</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/10/04/deixe-aqui-a-sua-sugestao/comment-page-1/#comment-166</link>
		<dc:creator>Luís Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:11:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2376#comment-166</guid>
		<description>O SENHOR PEDIU…

 Já que o senhor administrador pediu sugestões eu vou dar-lhas –devo dizer-lhe que, por experiência própria, neste País, tudo o que é dado não tem valor. Mas, mesmo assim, acreditando que vai daqui aproveitar alguma coisa, vou colaborar com o seu apelo e transmitir-lhe algumas opiniões acerca deste blogue Gestão Participada do Gabinete para o Centro Histórico.

Para amenizar a coisa, e amortecer algumas frases mais duras e que possam gerar ferida, começo por lhe dizer que considero a criação desta página muito importante numa ligação entre o munícipe, residente ou operador comercial. É evidente que, em Portugal, ainda estamos na era da pré-informática, no sentido de pouco acesso pela comunidade, mas, mesmo assim, é um primeiro passo muito marcante numa ligação que se afigura profícua entre o cidadão e o poder decisório de uma cidade.

E O BLOGUE DE GESTÃO PARTICIPADA É PARTICIPADO?

No meu entender não está a ser participado pela comunidade. E porquê? Poderemos interrogar. Porque não foi suficientemente divulgado, para que as pessoas possam interagir com o Centro Histórico, e o conheçam.

E O QUE É NECESSÁRIO PARA A DIVULGAÇÃO?

Ora bem, é uma resposta de La Palisse. É preciso levar a mensagem ao receptor, que será o público em geral. 
E como é que se chega a esse público? 
Olhe, de vez em quando, anunciar num diário da cidade. Mas pode utilizar um meio muito mais simples e sem qualquer custo: ligar para um dos jornais e pedir para que se faça uma reportagem sobre o blogue e o seu objecto.
Pode ainda recorrer a um instrumento de fácil acesso: os imensos blogues que povoam o universo da cidade. Basta pedir-lhes que divulguem o site e o coloquem na barra lateral de preferências –embora, tenho para mim, que os administradores destas páginas não são muito sensíveis a apelos. Utilizam muito mais estes sítios para se promoverem a si mesmo, ou ao partido, ou à ideologia, ou à crença ou numa luta contra esta. No entanto não deve deixar de tentar. Em contrapartida, na barra de preferências do Gestão Participada deve anunciar todos os blogues que participam nesta divulgação.

E COMO É QUE ESTÁ A FUNCIONAR O “GESTÃO PARTICIPADA”?

Mal. Muito mal. A informação é tratada assim tipo “chapa 5”, sem haver uma preocupação de se entender bem, ser clara, através de uma leitura simples e objectiva.
Para além disso, esta página deve ser actualizada todos os dias. Deve ser criada ao lado um item “HOJE PODE VER”. Sempre que alguém aceda ao blogue obrigatoriamente irá cair aqui. Neste sumário diário, com link’s para outros desenvolvimentos, deve estar tudo o que vai acontecer na cidade ou na Baixa, neste dia.
Na forma como se encontra as notícias de eventos, quando são noticiados –porque nem sempre o são-, é palha seca espalhada ao vento. Isto é, a notícia fica perdida no meio da selva internética. A meu ver, quem acede a um site destes quer duas coisas: ou informação ou plasmar um desabafo.
Por exemplo, não se pode conceber hoje estar a realizar-se uma Feira de Artesanato Urbano, promovido pela própria autarquia –pelouro da Cultura- e o Gestão Participada do Gabinete para o Centro Histórico não fazer qualquer menção a este evento.
Assim como outras informações simples sobre a reconstrução de fachadas na Baixa. Outro exemplo: quantos proprietários saberão que a edilidade oferece tintas para alindar os imóveis? Ora esta página pode e deve informar sobre estas pequenas minudências.

E ACTUALMENTE COMO É QUE SÃO TRATADOS OS COMENTÁRIOS?

Mal, muito mal. Já tenho colocado aqui comentários que estão vários dias para serem publicados. Quem participa escrevendo que ver imediatamente –dentro do mínimo tempo e depois de passar pelo rastreio do administrador- o seu texto publicado. É uma obrigação de quem gere a página propiciar este anseio. Quando assim não acontece leva ao desinteresse de quem escreve participando na cidadania. Já deixei de comentar em alguns jornais da cidade exactamente porque os comentários tardam na sua publicação.

MAS ISTO VALERÁ MESMO A PENA?

Quanto a mim vale mesmo a pena. Repetindo-me, é um instrumento muito importante a fazer a ponte de ligação entre o munícipe e o poder decisório. 
Claro que terá de haver alguns cuidados, como por exemplo, sempre que for colocada uma questão por um cidadão, o mais rapidamente possível deve ser postada a resposta à comunicação. Deve ser dada sempre resposta e em tempo mínimo. 
Verifico com agrado que, nos últimos meses, a Câmara Municipal de Coimbra, perante questões colocadas no meu blogue www.questoesnacionais.blogspot.com quase sempre responde. Há um pelouro relapso: o da Cultura, que raramente se diga refutar a sua posição num determinado contraditório.
Quanto a mim, para além da obrigação do cumprimento da legalidade, este blogue do Centro Histórico deve ter sempre presente uma filosofia de ajuda e não cair num exacerbado legalismo que, a meu ver, enfermam as páginas da administração pública. Sem entrar em grandes tiradas, é preciso ter presente que para além da lei está um outro mundo assente numa discricionariedade e espírito do legislador. O que quero dizer com isto, é que esta página tem de estar direccionada para AJUDAR… AJUDAR… AJUDAR e nada… COMPLICAR!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O SENHOR PEDIU…</p>
<p> Já que o senhor administrador pediu sugestões eu vou dar-lhas –devo dizer-lhe que, por experiência própria, neste País, tudo o que é dado não tem valor. Mas, mesmo assim, acreditando que vai daqui aproveitar alguma coisa, vou colaborar com o seu apelo e transmitir-lhe algumas opiniões acerca deste blogue Gestão Participada do Gabinete para o Centro Histórico.</p>
<p>Para amenizar a coisa, e amortecer algumas frases mais duras e que possam gerar ferida, começo por lhe dizer que considero a criação desta página muito importante numa ligação entre o munícipe, residente ou operador comercial. É evidente que, em Portugal, ainda estamos na era da pré-informática, no sentido de pouco acesso pela comunidade, mas, mesmo assim, é um primeiro passo muito marcante numa ligação que se afigura profícua entre o cidadão e o poder decisório de uma cidade.</p>
<p>E O BLOGUE DE GESTÃO PARTICIPADA É PARTICIPADO?</p>
<p>No meu entender não está a ser participado pela comunidade. E porquê? Poderemos interrogar. Porque não foi suficientemente divulgado, para que as pessoas possam interagir com o Centro Histórico, e o conheçam.</p>
<p>E O QUE É NECESSÁRIO PARA A DIVULGAÇÃO?</p>
<p>Ora bem, é uma resposta de La Palisse. É preciso levar a mensagem ao receptor, que será o público em geral.<br />
E como é que se chega a esse público?<br />
Olhe, de vez em quando, anunciar num diário da cidade. Mas pode utilizar um meio muito mais simples e sem qualquer custo: ligar para um dos jornais e pedir para que se faça uma reportagem sobre o blogue e o seu objecto.<br />
Pode ainda recorrer a um instrumento de fácil acesso: os imensos blogues que povoam o universo da cidade. Basta pedir-lhes que divulguem o site e o coloquem na barra lateral de preferências –embora, tenho para mim, que os administradores destas páginas não são muito sensíveis a apelos. Utilizam muito mais estes sítios para se promoverem a si mesmo, ou ao partido, ou à ideologia, ou à crença ou numa luta contra esta. No entanto não deve deixar de tentar. Em contrapartida, na barra de preferências do Gestão Participada deve anunciar todos os blogues que participam nesta divulgação.</p>
<p>E COMO É QUE ESTÁ A FUNCIONAR O “GESTÃO PARTICIPADA”?</p>
<p>Mal. Muito mal. A informação é tratada assim tipo “chapa 5”, sem haver uma preocupação de se entender bem, ser clara, através de uma leitura simples e objectiva.<br />
Para além disso, esta página deve ser actualizada todos os dias. Deve ser criada ao lado um item “HOJE PODE VER”. Sempre que alguém aceda ao blogue obrigatoriamente irá cair aqui. Neste sumário diário, com link’s para outros desenvolvimentos, deve estar tudo o que vai acontecer na cidade ou na Baixa, neste dia.<br />
Na forma como se encontra as notícias de eventos, quando são noticiados –porque nem sempre o são-, é palha seca espalhada ao vento. Isto é, a notícia fica perdida no meio da selva internética. A meu ver, quem acede a um site destes quer duas coisas: ou informação ou plasmar um desabafo.<br />
Por exemplo, não se pode conceber hoje estar a realizar-se uma Feira de Artesanato Urbano, promovido pela própria autarquia –pelouro da Cultura- e o Gestão Participada do Gabinete para o Centro Histórico não fazer qualquer menção a este evento.<br />
Assim como outras informações simples sobre a reconstrução de fachadas na Baixa. Outro exemplo: quantos proprietários saberão que a edilidade oferece tintas para alindar os imóveis? Ora esta página pode e deve informar sobre estas pequenas minudências.</p>
<p>E ACTUALMENTE COMO É QUE SÃO TRATADOS OS COMENTÁRIOS?</p>
<p>Mal, muito mal. Já tenho colocado aqui comentários que estão vários dias para serem publicados. Quem participa escrevendo que ver imediatamente –dentro do mínimo tempo e depois de passar pelo rastreio do administrador- o seu texto publicado. É uma obrigação de quem gere a página propiciar este anseio. Quando assim não acontece leva ao desinteresse de quem escreve participando na cidadania. Já deixei de comentar em alguns jornais da cidade exactamente porque os comentários tardam na sua publicação.</p>
<p>MAS ISTO VALERÁ MESMO A PENA?</p>
<p>Quanto a mim vale mesmo a pena. Repetindo-me, é um instrumento muito importante a fazer a ponte de ligação entre o munícipe e o poder decisório.<br />
Claro que terá de haver alguns cuidados, como por exemplo, sempre que for colocada uma questão por um cidadão, o mais rapidamente possível deve ser postada a resposta à comunicação. Deve ser dada sempre resposta e em tempo mínimo.<br />
Verifico com agrado que, nos últimos meses, a Câmara Municipal de Coimbra, perante questões colocadas no meu blogue <a href="http://www.questoesnacionais.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.questoesnacionais.blogspot.com</a> quase sempre responde. Há um pelouro relapso: o da Cultura, que raramente se diga refutar a sua posição num determinado contraditório.<br />
Quanto a mim, para além da obrigação do cumprimento da legalidade, este blogue do Centro Histórico deve ter sempre presente uma filosofia de ajuda e não cair num exacerbado legalismo que, a meu ver, enfermam as páginas da administração pública. Sem entrar em grandes tiradas, é preciso ter presente que para além da lei está um outro mundo assente numa discricionariedade e espírito do legislador. O que quero dizer com isto, é que esta página tem de estar direccionada para AJUDAR… AJUDAR… AJUDAR e nada… COMPLICAR!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em 3ª Edição do Ciclo de Tertúlias &#8220;À Conversa com o Centro Histórico&#8221; por Liliana Azevedo</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/09/20/3%c2%aa-edicao-do-ciclo-de-tertulias-a-conversa-com-o-centro-historico/comment-page-1/#comment-165</link>
		<dc:creator>Liliana Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 13:21:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2308#comment-165</guid>
		<description>Sr. Luís Fernandes:
Agradecemos mais uma vez o seu contacto. 
No passado dia 23 de setembro realizou-se a 3ª edição do ciclo de tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico”, subordinada ao tema “Reabilitação: desafios, escalas e atores”. Tal como as anteriores sessões, esta foi muito concorrida, tendo a Casa da Escrita sido pequena para o público que aí afluiu. 
A preparação destas sessões é feita de forma cuidada, recorrendo sempre que necessário a especialistas sobre os temas abordados. Neste caso, esta edição foi preparada com professores universitários, que em tempo nos solicitaram que algumas destas sessões fossem preparadas para os seus alunos e que funcionassem em horário escolar. Foi o que aconteceu!
Quanto aos horários, é um ponto em que não podemos agradar a todos (infelizmente). Obviamente que continuaremos a organizar tertúlias às 15h sempre que o seu público-alvo forem os estudantes. E por não ser só para eles, as sessões não se realizam em contexto de sala de aula, mas sim em espaços abertos a toda a comunidade. O horário que ainda assim teve mais adesão foi o da 1ª tertúlia, que ocorreu às 18h. Entendemos que a essa hora, ainda muita gente trabalha. Mas também verificámos que às 21h, já muita gente calçou os chinelos, e não quer sair de casa. 
Vamos continuar a funcionar sem horário certo, pois em todos os horários temos tido especialistas na matéria, estudante, população… Propusemo-nos a realizar quatro tertúlias por ano e, se não aparecerem aves de mau agouro, continuaremos a trabalhar.
Em todas as tertúlias são entregues inquéritos onde apelamos à intervenção do público para que nos indiquem temas que gostassem de ver abordados. O tema mais requisitado tem sido o da Segurança, e daí termos dedicado a 2ª tertúlia a este tema, convidando os responsáveis das principais forças de segurança da cidade.
Na sua página, e não é a primeira vez, surge a crítica ao Gabinete para o Centro Histórico de centrar as suas actividades na Alta de Coimbra e esquecer a zona Baixa. Todos sabemos que Centro Histórico não é só Alta; o Centro Histórico, se formos realistas, abarca quase toda a cidade, desde Santa Clara a Celas, não esquecendo a zona dos Olivais. Mas o que por vezes a população esquece é quem é que é responsável pela reabilitação e pela intervenção no Centro Histórico?
O Gabinete para o Centro Histórico é responsável pela intervenção na Alta de Coimbra e a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU Coimbra Viva) é responsável pela intervenção na Baixa de Coimbra. Muito embora nós tentemos não deixar a Baixa de parte das nossas actividades, e sempre que solicitados nós estamos presentes, o que Gabinete para o Centro Histórico é certo é que por uma questão de competências atribuídas superiormente, o nosso trabalho deverá ser centrado no espaço compreendido dentro das muralhas.

Queira aceitar os nossos cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Luís Fernandes:<br />
Agradecemos mais uma vez o seu contacto.<br />
No passado dia 23 de setembro realizou-se a 3ª edição do ciclo de tertúlias “À Conversa com o Centro Histórico”, subordinada ao tema “Reabilitação: desafios, escalas e atores”. Tal como as anteriores sessões, esta foi muito concorrida, tendo a Casa da Escrita sido pequena para o público que aí afluiu.<br />
A preparação destas sessões é feita de forma cuidada, recorrendo sempre que necessário a especialistas sobre os temas abordados. Neste caso, esta edição foi preparada com professores universitários, que em tempo nos solicitaram que algumas destas sessões fossem preparadas para os seus alunos e que funcionassem em horário escolar. Foi o que aconteceu!<br />
Quanto aos horários, é um ponto em que não podemos agradar a todos (infelizmente). Obviamente que continuaremos a organizar tertúlias às 15h sempre que o seu público-alvo forem os estudantes. E por não ser só para eles, as sessões não se realizam em contexto de sala de aula, mas sim em espaços abertos a toda a comunidade. O horário que ainda assim teve mais adesão foi o da 1ª tertúlia, que ocorreu às 18h. Entendemos que a essa hora, ainda muita gente trabalha. Mas também verificámos que às 21h, já muita gente calçou os chinelos, e não quer sair de casa.<br />
Vamos continuar a funcionar sem horário certo, pois em todos os horários temos tido especialistas na matéria, estudante, população… Propusemo-nos a realizar quatro tertúlias por ano e, se não aparecerem aves de mau agouro, continuaremos a trabalhar.<br />
Em todas as tertúlias são entregues inquéritos onde apelamos à intervenção do público para que nos indiquem temas que gostassem de ver abordados. O tema mais requisitado tem sido o da Segurança, e daí termos dedicado a 2ª tertúlia a este tema, convidando os responsáveis das principais forças de segurança da cidade.<br />
Na sua página, e não é a primeira vez, surge a crítica ao Gabinete para o Centro Histórico de centrar as suas actividades na Alta de Coimbra e esquecer a zona Baixa. Todos sabemos que Centro Histórico não é só Alta; o Centro Histórico, se formos realistas, abarca quase toda a cidade, desde Santa Clara a Celas, não esquecendo a zona dos Olivais. Mas o que por vezes a população esquece é quem é que é responsável pela reabilitação e pela intervenção no Centro Histórico?<br />
O Gabinete para o Centro Histórico é responsável pela intervenção na Alta de Coimbra e a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU Coimbra Viva) é responsável pela intervenção na Baixa de Coimbra. Muito embora nós tentemos não deixar a Baixa de parte das nossas actividades, e sempre que solicitados nós estamos presentes, o que Gabinete para o Centro Histórico é certo é que por uma questão de competências atribuídas superiormente, o nosso trabalho deverá ser centrado no espaço compreendido dentro das muralhas.</p>
<p>Queira aceitar os nossos cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Projecto &#8211; Rede Urbana dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego (RCMM) por Liliana Azevedo</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2010/09/23/projecto-rede-urbana-dos-castelos-e-muralhas-medievais-do-mondego-rcmm/comment-page-1/#comment-164</link>
		<dc:creator>Liliana Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 11:13:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=1445#comment-164</guid>
		<description>Exmo. Sr. Tiago Gonçalves.
Agradecemos desde já o seu contacto.   
No seguimento do seu comentário vamos enviar-lhe via e-mail toda a informação que pretende sobre a carteira de projetos aprovada na candidatura do projeto em causa. Informamos ainda que por lapso, os projetos âncora, são 5 e não 9, aos quais acrescem 4 complementares. 
Em relação ao acompanhamento global do projeto que pretende, será melhor entrar em contacto com a Drª Ivânia Monteiro, coordenadora técnica da Agência para o Desenvolvimento dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego. Para o efeito deixo-lhe os seguintes contactos:

Agência para o Desenvolvimento dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego
Praça do município, 3230-253 Penela
E-mail: castelosmedievais@gmail.com
Skype: Castelos.medievais

Com os melhores cumprimentos
Liliana Azevedo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exmo. Sr. Tiago Gonçalves.<br />
Agradecemos desde já o seu contacto.<br />
No seguimento do seu comentário vamos enviar-lhe via e-mail toda a informação que pretende sobre a carteira de projetos aprovada na candidatura do projeto em causa. Informamos ainda que por lapso, os projetos âncora, são 5 e não 9, aos quais acrescem 4 complementares.<br />
Em relação ao acompanhamento global do projeto que pretende, será melhor entrar em contacto com a Drª Ivânia Monteiro, coordenadora técnica da Agência para o Desenvolvimento dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego. Para o efeito deixo-lhe os seguintes contactos:</p>
<p>Agência para o Desenvolvimento dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego<br />
Praça do município, 3230-253 Penela<br />
E-mail: <a href="mailto:castelosmedievais@gmail.com">castelosmedievais@gmail.com</a><br />
Skype: Castelos.medievais</p>
<p>Com os melhores cumprimentos<br />
Liliana Azevedo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Coimbra adere à Semana Europeia da Mobilidade por Cristina Queiroz</title>
		<link>http://gch.cm-coimbra.pt/2011/08/31/coimbra-adere-ao-dia-europeu-sem-carros/comment-page-1/#comment-163</link>
		<dc:creator>Cristina Queiroz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 10:39:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gch.cm-coimbra.pt/?p=2256#comment-163</guid>
		<description>Impedir, ainda mais a circulação económica nas cidades da Europa? Não será preferivel aumentar as actividades ao ar livre no campo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Impedir, ainda mais a circulação económica nas cidades da Europa? Não será preferivel aumentar as actividades ao ar livre no campo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
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